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Resumen de Colheita e germinação de sementes de ipê (tabebuia chrysotricha)

Adriana Martinelli-Seneme, Susane Hoffman, Edilberto Possamai

  • O objetivo deste trabalho foi identificar o momento de colheita e o substrato mais favorável à germinação das sementes de ipê (Tabebuia chrysotricha (Mart. ex DC.) Standl.) As síliquas de ipê foram colhidas diretamente da copa em 12 árvores matrizes em outubro de 2004 e, em seguida, foram separadas em grupos, segundo as características físicas que identificaram os estágios de colheita: 1) síliqua maior que 20 cm de comprimento e fechada; 2) síliqua menor que 20 cm de comprimento e fechada; 3) síliqua em início de abertura e 4) síliqua aberta e em início de dispersão. Para caracterização dos estágios, mensurou-se a espessura, a largura e o comprimento das síliquas, exceto para aquelas do estágio de colheita 4 que já encontravam-se abertas impossibilitando o procedimento. Determinou-se o teor de água. O teste de germinação foi conduzido sob temperatura constante de 25 °C em três substratos: papel filtro, areia e vermiculita e as avaliações realizadas aos sete e 14 dias após a instalação do teste. A análise estatística foi realizada em esquema fatorial 4 x 3 (quatro estágios de colheita e três tipos de substrato), em delineamento inteiramente casualizado, com quatro repetições de 50 sementes para cada tratamento. As médias comparadas pelo teste de Tukey (P>0,05). De acordo com os resultados, verificou-se que o substrato vermiculita proporcionou germinação mais rápida do que o papel, em qualquer estágio de colheita das sementes, e que as sementes provenientes de síliquas fechadas, com teor de água entre 63,1 e 64,3%, apresentaram maiores valores de germinação, independente do substrato utilizado.


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