Cláudio Jorge Moura de Castilho
Fundamentamo-nos em uma problemática relacional para demonstrar que a justiça ambiental é uma conquista social que só pode acontecer quando se tem acesso, primeiramente, ao espaço do cidadão, ou seja, pela concretização dos direitos civis, políticos e sociais, no âmbito de um contexto histórico-geográfico efetivamente democrático. A metodologia e estruturação deste texto basearam-se em uma revisão bibliográfica e da literatura acerca dos conceitos norteadores da discussão, bem como na utilização de informações extraídas de experiências empíricas e, ao mesmo tempo, do estado da arte relativo à questão levantada. Conclui-se que, apesar das adversidades inerentes a uma formação territorial desigual, há esperanças de se conquistar o espaço do cidadão, tendo a justiça ambiental como meta.
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