In the book Mozart – Sociology of a Genius, Norbert Elias describes clashes around craftsmen artists (attached to the musical tastes of the court aristocracy) and independent artists (with more freedom and musical autonomy, only less socially structured), presenting Mozart as an agent of transition. On the other hand, in the XXI century, comes up with the Brazilian band Macaco Bong the concept artist like mason, i. e., the idea of Musician’s involvement in the production process, not just in time to take the stage, pointing out the new digital technologies as a way for democratizing music. In this article, I will discuss reappropriations of ancient strategies of the music industry, and how they return reconfigured with these young people from the new music industry of the XXI century.
No livro "Mozart – Sociologia de um gênio", Norbert Elias descreve embates em torno de artistas artesãos (presos ao gosto musical da corte aristocrata) e artistas autônomos (com certa autonomia musical, só que menos estruturados socialmente), apresentando Mozart como um agente de transição. Já em pleno século XXI, surge com a banda brasileira Macaco Bong o conceito de artista igual pedreiro, a ideia de envolvimento do músico nos processos produtivos, não apenas na hora de subir ao palco, apontando novas tecnologias digitais como democratizadoras. Neste artigo, discutirei reapropriações de antigas estratégias da indústria fonográfica, e de que forma elas retornam reconfiguradas com esses jovens oriundos da indústria musical do século XXI.
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