Trata-se aqui de uma pesquisa acadêmico-poética e verbo-visual em educação, transversal à filosofia, arte e poesia, onde explora-se um corpo feminino –o da própria pesquisadora, como objeto principal– dobrado em experimentações-continuidades do próprio corpo físico de mulher artista, para pensar os estratos corpóreos orgânicos, subjetivos e semióticos de mulher. A dobra, como conceito, é estudada a partir de Deleuze e Foucault para pensar os processos de subjetivação. A abordagem aqui apresentada é a localização de tal inflexão da dobra no útero e questões do feminino a partir desse órgão. Para isso, faz-se interlocuções com as escritoras brasileiras Marília Flôor Kosby, Angélica de Freitas e Verônica Stigger.
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