Argentina
El objetivo de este trabajo es reconstruir analíticamente las acciones de resistencia socio-técnica desarrolladas por diferentes actores sociales como formas de resignificación de los procesos de innovación y cambio tecnológico.Para dar cuenta de este objetivo el trabajo se propone, en primer lugar, realizar un análisis crítico de los enfoques sobre resistencia a la tecnología y la introducción de algunas herramientas conceptuales de análisis socio-técnico. A continuación, realiza un análisis de dos estudios de caso, que permiten identificar al menos al menos dos formas de resistencia socio-técnica: a) por resignificación de tecnologías y b) a través de la construcción de sistemas tecnológicos alternativos. Finalmente, se proponen unas conclusiones integradoras que permiten construir una conceptualización de “resistencia socio-técnica”.
In this paper, we analyze the actions of socio-technical resistance developed by different social actors as forms of resignification of the processes of innovation and technological change.In order to realize this goal, we propose, firstly, a critical analysis of the approaches on resistance to the technology and the introduction of some conceptual tools of socio-technical analysis. Next, an analysis of two case studies, which allow us to identify at least two forms of socio-technical resistance: a) by re-signification of technologies and b) through the construction of alternative technological systems. Finally, we propose integrative conclusions that allow us to construct a conceptualization of "socio-technical resistance".
O objetivo deste trabalho é reconstruir analiticamente as ações de resistência sociotécnica desenvolvidas por diferentes atores sociais como formas de ressignificação dos processos de inovação e mudança tecnológica. Para dar conta deste objetivo, o trabalho se propõe, em primeiro lugar, realizar uma análise crítica das abordagens sobre resistência à tecnologia e a introdução de algumas ferramentas conceituais de análise sociotécnica. Em seguida, é realizada uma análise de dois estudos de caso, que permitem identificar pelo menos duas formas de resistência sociotécnica: a) pela ressignificação de tecnologias e b) através da construção de sistemas tecnológicos alternativos. Finalmente, propõem-se conclusões integradoras que permitem construir uma conceitualização de “resistência sociotécnica”.
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