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Gendrificando o mito de sucessão em Hesíodo e no Antigo Oriente Próximo

    1. [1] University of Oxford

      University of Oxford

      Oxford District, Reino Unido

  • Localización: Classica: Revista Brasileira de Estudos Clássicos, ISSN 0103-4316, ISSN-e 2176-6436, Vol. 32, Nº. 2, 2019, págs. 119-138
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • Este artigo reexamina um dos casos mais famosos de interação, o chamado Mito de Sucessão encontrado nas tradições grega arcaica, acadiana e hurro-hitita. Ele sugere que a versão dessa narrativa na Teogonia de Hesíodo, em lugar de indicar um modelo simplista de derivação direta, toca em um processo de interação mais rico e complexo, e que, portanto, esse nexo de textos do Oriente Próximo – incluindo a Canção de Emergência hitita (que costumava ser chamada Canção de Kumarbi), mas acrescentando a Teogonia de Dunnu e o Enuma Elish acadianos e uma variedade de narrativas posteriores da tradição greco-fenícia – pode indicar algo de fundamental sobre cada cultura, especificamente o modo pelo qual os gregos da época arcaica percebiam o gênero como um elemento essencial na sua construção dessas narrativas: ou seja, a figura da esposa-mãe, que nas tradições próximo-orientais pode assumir, e de fato assume, uma variedade de papéis, é consistentemente reduzida a uma função desestabilizadora, minando e subvertendo o domínio da divindade marido-pai. O estudo desses textos serve como uma ilustração clara do modo pelo qual a analogia transcultural é mais recompensadora do que uma genealogia buscada e definida de maneira estrita, que já foi a moda dominante do estudo comparativo no campo dos Estudos Clássicos.Tradução de Camila Aline Zanon


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