Ayuda
Ir al contenido

Dialnet


Eu-realizadora: a primeira pessoa de mulheres no encontro documental e a dimensão espacial

    1. [1] Universidade Estadual de Campinas

      Universidade Estadual de Campinas

      Brasil

  • Localización: DOC On-line: Revista Digital de Cinema Documentário, ISSN-e 1646-477X, Nº. 29 (SOCIEDADE, LIBERDADE E RESISTÊNCIA | Sociedad, libertad y resistência | Society, freedom and resista), 2021, págs. 160-160
  • Idioma: portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • No documentário em primeira pessoa ocorre a identificação do(a) diretor(a) com a organização do relato, ou seja, é ele ou ela que se identificam como construtores do filme, estando presente nele. Com documentários em primeira pessoa de diretoras mulheres latino-americanas, nos casos em que retratam também mulheres, investiga-se como se dão os encontros entre elas e suas inscrições de eu nos filmes. Partindo de uma negociação subjetiva, assim como da relação destes encontros com o espaço – quais são e como criam sentidos –, a negociação entre instância privado e pública se complexifica. A dissertação objetiva apresentar e analisar como são estes encontros, quais efeitos geram, tanto para inscrição das realizadoras com as outras mulheres, como com a própria relação espacial que geram. A perspectiva de gênero perpassa todo o debate, dado a presença das diretoras e as temáticas e esforços narrativos que realizam ao problematizarem suas relações político-afetivas enquanto mulheres em um mundo marcado pelas desigualdades de gênero. Isto se efetiva a partir do contato com quatro obras documentais: Las Lindas, de Melisa Liebenthal, 2016 (77 min.), Argentina; O Espelho de AnA, de Jessica Candal, 2011 (43 min.), Brasil; Sibila, de Teresa Arredondo, 2012 (94 min.), ChileEspanha e O pacto de Adriana, de Lissette Orozco, 2017 (96min.), Chile


Fundación Dialnet

Dialnet Plus

  • Más información sobre Dialnet Plus

Opciones de compartir

Opciones de entorno