Este artículo intenta dar cuenta de los acercamientos académicos sobre la historia de lasintervenciones estatales argentinas producidos en los últimos treinta años. Se ponen demanifiesto las estrategias metodológicas y los conceptos usados por distintos historiadorespara comprender y describir algunas de las políticas públicas (sanitaria, penitenciaria,judicial, etc.) entre 1880 y 1943. Se pretende contribuir a una percepción más crítica acercade: a) los procesos a través de los cuales se recortaron y diagnosticaron ciertos “problemas”,b) quiénes fueron los agentes que incidieron en la visibilidad u ocultamiento deesas cuestiones, y c) la pluralidad de sentidos y de intereses que se desplegaban en losprocesos de intervención estatal. Las conclusiones muestran que los intereses actualesde los historiadores no se encuentran en el Estado (como relación entre clases) y en laescala nacional, sino en diversas agencias estatales y en la escala regional.
Este artigo tenta mostrar algumas das formas nas quais alguns acadêmicos estudaram nosúltimos trinta anos a história das intervenções estatais argentinas. São colocadas em destaqueas estratégias metodológicas e os conceitos usados por distintos historiadores paracompreender e descrever algumas das políticas públicas (saúde, penitenciaria, judicial,etc.) entre 1880 e 1943. O propósito do artigo e contribuir para uma percepção mais críticade a) os processos pelos quais foram recortados e diagnosticados alguns “problemas”, b)os agentes estatais que incidiram na visibilidade ou encobrimento dessas questões, c) apluralidade de sentidos e interesses presentes nos processos de intervenção estatal. Asconclusões mostram que os atuais interesses dos historiadores não estão colocados noEstado (como relação entre classes) e na escala nacional, mas em agencias estatais e naescala regional.
In this article, some displayed scholarly approaches that intended to comprehend thehistory of the Argentinian State interventions in the last thirty years are presented. Here,some of the methodological strategies and concepts used by different historians to understandand describe policies (health, penitentiary, justice, etc.) between 1880 and 1943are shown. The purpose is to contribute to a more critical perception of a) processesthrough which some issues were identified, b) State agents who contributed to makethose problems visible or to hide them; c) the many differentiated senses and interestsassociated to State interventions. Conclusions show that historians’ focus nowadays isno longer on the State (understood as a relation between classes) nor on the nationalscale, but rather on many State institutions and regional scales.
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