Brasil
El artículo promueve un análisis de los diez años de ejecución del proyecto Porto Maravilha en la zona portuaria de la ciudad de Río de Janeiro (Brasil). Retomando proyectos anteriores, el artículo describe el territorio en cuestión a partir de diferentes modelos de intervención urbana, presentando el espacio en cuestión como objeto de disputas. En este escenario, las memorias subterráneas y las narrativas de resistencia ofrecen posibilidades de reflexión sobre la función social del turismo, ya que los bienes reconocidos como símbolos de la diáspora africana en la región, como el sitio arqueológico de Cais do Valongo, desafían el silenciamiento y tensionan las estructuras sociales hacia una nueva conciencia colectiva sobre el patrimonio, la ancestralidad y la identidad brasileña.
The article promotes an analysis of the ten years of implementation of the Porto Maravilha [Marvelous Port] project in the port area of the city of Rio de Janeiro (Brazil). Returning to previous projects, the article describes the territory in question from different models of urban intervention, presenting the space in question as a target of disputes. In this scenario, subterranean memories and narratives of resistance provide possibilities for reflection about the social function of tourism, since assets recognized as symbols of the African diaspora in the region, such as the archaeological site of Cais do Valongo, challenge silencing and tension social structures towards a new collective consciousness about heritage, ancestry and Brazilian identity.
O artigo promove uma análise dos dez anos da implementação do projeto Porto Maravilha na zona portuária da cidade do Rio de Janeiro (Brasil). Retomando projetos anteriores, o artigo descreve o território em questão a partir de distintos modelos de intervenção urbana apresentando o espaço em tela como alvo de disputas. Em tal cenário, memórias subterrâneas e narrativas de resistências conferem possibilidades de reflexão acerca da função social do turismo, uma vez que bens reconhecidos enquanto símbolos da diáspora africana na região, como o sítio arqueológico do Cais do Valongo desafiam o silenciamento e tensionam as estruturas sociais para uma nova consciência coletiva sobre herança, ancestralidade e identidade brasileira.
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