Presentamos los resultados de un estudio de caso único basado en entrevistas semiestructuradas con un estudiante (un niño en el tercer año escolar) diagnosticado con trastorno del espectro autista y su personal escolar después de participar en una intervención corta y a pequeña escala llevada a cabo en 2019 en una escuela primaria sueca socioeconómicamente desfavorecida. El alumno participó en una intervención de siete semanas de duración con un total de 12 diálogos filosóficos (de entre 45 y 60 minutos). Dos facilitadores, ambos con años de experiencia en facilitación y título de profesor y al menos licenciatura en filosofía, facilitaron la mayoría de los diálogos y siguieron principalmente un procedimiento "de rutina". El estudiante fue entrevistado en directa conexión con el final de la intervención acerca de sus experiencias de los diálogos y sus percepciones sobre si los diálogos le habían influido y de qué manera. Los dos profesores del alumno, que habían participado en los diálogos como participantes, fueron entrevistados como pareja, también en conexión directa con el final de la intervención, mientras que el director de la escuela fue entrevistado dos años después del estudio. Estas entrevistas con el personal se refirieron tanto a las experiencias que el personal tuvo de la influencia de los diálogos en los alumnos dentro de la intervención, como a efectos de transferencia a otros contextos en la escuela. Los datos del estudio incluyen elaboraciones detalladas desde la perspectiva de un alumno sobre los distintos efectos en el desarrollo comunicativo y cognitivo del alumno, que en varios aspectos se ven respaldadas además por informes del personal. Los resultados muestran que el alumno era capaz, estaba interesado y dispuesto a participar en diálogos filosóficos, y nuestros datos apuntan a varios resultados positivos para el alumno en los dominios comunicativo y cognitivo.
We present results from a single case study based on semi-structured interviews with a student (a boy in school year 3) diagnosed with autism spectrum disorder and his school staff after participating in a short and small-scale intervention carried out in a socio-economically disadvantaged Swedish elementary school in 2019. The student participated in a seven week long intervention with a total of 12 philosophical dialogues (ranging from 45 to 60 minutes). Two facilitators, both with years of facilitation experience and teacher degree and at least BA in philosophy, facilitated the majority of the dialogues and mainly followed a ”routine” procedure. The student was interviewed in direct connection to the end of the intervention about his experiences from the dialogues and his perceptions about whether and how the dialogues had influenced him. The student’s two teachers, who had participated in the dialogues as participants, were interviewed as a pair, also in direct connection to the end of the intervention, while the school principal was interviewed two years after the study. These staff interviews concerned the staff’s experiences of the influence of the dialogues on the students within the intervention as well as transfer effects to other contexts in school. The data from the study include detailed elaborations from a student perspective of different effects on the student’s communicative and cognitive development, which are in several respects supported also by staff reports. The results show that the student was able, interested, and willing to participate in philosophical dialogues, and our data point to several positive outcomes for the student in the communicative and cognitive domains.
Apresentamos os resultados de um único estudo de caso baseado em entrevistas semi-estruturadas com um estudante (do terceiro ano escolar) diagnosticado com TEA (Transtorno do Espectro Autista) e seu corpo docente, após participarem de uma intervenção curta e de pequena escala realizada em 2019 em uma escola primária sueca socioeconomicamente desfavorecida. O estudante participou de uma intervenção de sete semanas, com um total de 12 diálogos filosóficos (entre 45 a 60 minutos cada). Dois facilitadores, ambos com anos de experiência em mediação escolar, professores e com, no mínimo, licenciatura em filosofia, facilitaram a maioria dos diálogos e, principalmente, seguiram uma “rotina”. Tão logo a intervenção teve fim, o estudante foi entrevistado sobre as experiências que teve a partir dos diálogos e as suas percepções sobre se e como esses diálogos o influenciaram. Os dois professores do estudante, que engajaram nos diálogos como participantes, foram entrevistados em dupla, também em conexão direta com o fim da intervenção, enquanto a direção da escola foi entrevistada dois anos depois do estudo. Estas entrevistas com a equipe escolar se referiam às experiências do grupo sobre a influência dos diálogos nos alunos durante a intervenção, bem como aos efeitos de transferência para outros contextos na escola. Os dados do estudo incluem elaborações detalhadas da perspectiva do estudante sobre os diferentes efeitos no seu desenvolvimento comunicativo e cognitivo, que são, em diversos aspectos, confirmados também pelos relatos do corpo docente. Os resultados mostram que o estudante estava apto, interessado e disposto a participar dos diálogos filosóficos, e nossos dados apontam para diversos resultados positivos para o estudante nos domínios da comunicação e cognição.
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